terça-feira, abril 05, 2011

Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer...
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...

2:00

segunda-feira, abril 04, 2011

Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido.
Mas eu não ficaria bem na sua estante


Só você não viu. 

domingo, abril 03, 2011

Ouça aqui, mocinha.
Não fique pensando que o mundo lhe pertence não.
Não caia nessa onda. E outra coisa – não se esforce.
Pelo o menos não tanto.
Não fique ai remando contra a maré,dando murro em ponta de faca.
Veja – se não fora pra ser, não vai ser.
Acredite em mim.Coisa boba essa sua tentativa de ir além.
E olhe, eu não estou pedindo pra você desistir não, não é isso.
Eu só quero que você pense mais, que leia mais.
Que tenha argumentos melhores.
Você está muito nova ainda. Cresce!”








Me vi naquele sentimento,
No extremo de um sonho,
Na loucura de um pensamento...
Os olhos desviavam a razão,
E eu acreditava...
Serena na paz que me tomava.
Mas era perfeito demais,
E derrepente se descobre,
Que quem mais amamos,
Também se tornam diferentes..
Então aprendi que palavras são só um efeito:
Cura e passa.




Me trate muito bem.
Ah, eu só quero amor, seja como for o amor,
seja bom, seja bom, seja bom, seja amor.
Me faz mais feliz, me dá asas pra fluir e cantar o amor, lalarálaiarará.



sábado, abril 02, 2011

tô abrindo!

The more I squeeze, the quicker we're over




You take the pieces of the dreams that you have
Cos you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But any way you look at this
Looks like
The lovers are losing

caraminholando

Se eu quiser dobro a esquina, se eu quiser dou meia-volta e encontro outra curva pra continuar. 
Escolhas só são irremediáveis se a gente deixar que sejam, se não souber tomar o barro nas mãos, 
desfazer o que não gosta e começar a moldar tudo de novo, a vida, do zero se for preciso, mas de peito aberto.
A vida é tão infinita que chega a ser ridículo tanta gente cultivando pequenas certezas e verdades absolutas. Sopra um vento, e num relance o que era já não é mais, o que parecia tão firme, tão definitivo...desfez feito.



Eu sou sempre aquela menina de coração quase saindo pela boca, fugindo de casa sem olhar pra trás, querendo engolir o mundo. E se me der chance, dou conta dele assim, de uma vez só – e sem cuspir os caroços.



É isso.

“Cuide-se como se você fosse de ouro, ponha-se você mesmo, de vez em quando, numa redoma e poupe-se.”

- Clarice Lispector.